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António Cerveira Pinto

1952
, Macau, vive e trabalha em Lisboa, Portugal

Artista, curador e crítico de arte desde 1978; analista político e social desde 2003.

Fundou e dirige a Aula do Risco desde 1994.

Lançou em 2020, em resposta à pandemia COVID-19, o movimento SOS ARTE PT (projeto colaborativo)

Diretor artístico do New Art Fest // where art meets technology, 2016, 2017, 2018, 2020.

Escreveu e publicou, em livros, catálogos, revistas e blogs, até à data, mais de 3000 textos.

Participou em inúmeras conferências e colóquios em Portugal e no estrangeiro (desde 1973).

Participou em vários programas de televisão, nomeadamente na RTP e na SIC.

A sua arte tem uma distintiva marca conceptual. A série Filósofos, de 1990-91, é composta por 8 obras de luz fluorescente.

Colaborou com o Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, tendo aí desenvolvido um vasto e pioneiro trabalho de aproximação da museografia da arte contemporânea às novas tecnologias (1996-2017).

Desenvolveu com Carlos Sant’Ana uma antevisão de Lisboa como uma cidade com duas margens (2005).

Diretor da Galeria Quadrum (1999-2005)

Ciclo de novos autores, novas propostas, Galeria Quadrum (1993, 1994)

Diretor da Bienal da Maia de 1999

Diretor de projetos do Pavilhão do Território, EXPO ’98 (1997-98)

Idealizou Ex-Mater, uma cidade de arte e tecnologia, para Montemor-o-Novo (1995-96).

Desenvolveu as bases programáticas do Centro de Arte y Nuevas Tecnologías, na Corunha (1987).

Participou na exposição inaugural de Centro de Arte Museo Reina Sofia, Madrid (1986).

Participou na XII Bienal de Paris (1982).

Representado nas seguintes coleções públicas: Museu Calouste Gulbenkian, Museu de Serralves, Museu Berardo, MVM-Museo Vostell-Malpartida

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